19.9.17

Lançamento do livro "Introdução às Ciências Sociais" -( vários autores) dia 24 de setembro

Meu saudoso e querido amigo, o sociólogo Sérgio Carneiro está presente com um artigo nessa coletânea de textos introdutórios ao domínio da Ciência Social.
Inquieto, Sérgio foi um dos intelectuais mais brilhantes e generosos que conheci e tive o prazer de trabalhar.
O lançamento do livro "Introdução à Ciência Social"fruto do trabalho de vários autores, vai acontecer no dia 23 de setembro, a partir das 15,30 horas na Livraria Saraiva Pátio Paulista, na rua Treze de Maio, nº 1947 - Bela Vista , em São Paulo.
Todo mundo lá!
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18.9.17

Esboço para caricatura de Jimi Hendrix

Traço rápido: No dia 18 de setembro de 1970 falecia o gênio James Marshall "Jimi" Hendrix. Espero não ter matado nosso "guitar hero" novamente nesse esboço de caricatura.
Obs: não sei como até hoje não fiz uma caricatura dele? Lembro de nos anos 70 ter feito um retrato dele construído com" hachuras"de milhares de traços paralelos e cruzados, como num tapete persa. Perdi esse trabalho amador na poeira da estrada.
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12.9.17

Exposição de "designers" começa hoje e vai até dia 1 de outubro

Xi, só vi agora, mas dá tempo para ver essa exposição que acredito vai ser do balacobaco. O evento vai rolar na loja Novo Desenho no MAM/RJ
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8.9.17

Caricatura de D. Pedro I

Do fundo do baú: caricatura de D. Pedro I (1798 - 1834 ), também conhecido como Caio Castro.
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7.9.17

Independência ou ...Vamos mudar de assunto?

Do fundo do baú: enfim a tão sonhada Independência: um gostoso feriadão, água de coco, caipirinha na piscina pública, churrasquinho, muita conversa jogada fora e vamos em frente que atrás vem gente... (página do meu livro indisciplinado "Era uma vez um Brasil")
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6.9.17

Independência precoce

Do fundo do baú: continuação da série que desaguou no 7 de setembro. Acometido por uma violenta crise intestina, dizem as más línguas, D. Pedro - muito enfezado, se viu diante das águas mansas do riacho do Ipiranga, onde tomou uma decisão comemorada até hoje com festejos, desfiles, muita praia e um significativo aumento de estatística de acidentes rodoviários.
Desculpem adiantar o dia, coisa que pode ser considerada uma espécie de "postagem" precoce", mas a história que conto no meu esgotado livro "Era uma vez um Brasil" é, como já salientei, bastante indisciplinada. Mas esse episódio se espicha até amanhã, onde termina numa apoteose...Aguardem tomando uma caipirinha.
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5.9.17

Continuação da preparação para comemorar o 7 de setembro

Do fundo do baú: continuação da preparação para comemorar o 7 de setembro. Mais uma página do meu indisciplinado (e esgotado) livro "Era uma Vez um Brasil". Nesse "post" eu dei uma pequena atualizada no texto. Amanhã rola a continuação...
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4.9.17

Preparação para o 7 de Setembro

Do fundo do baú: preparação para comemorar o 7 de setembro. Página de meu livro indisciplinado e esgotado "Era uma vez um Brasil" (Editora Revan- 1995).
O livro é tão indisciplinado que não tem nem numeração de página ( saiu com erros grosseiros na primeira edição, teve errata e oscambaus. Quem quiser adquirir agora, só na "Estante virtual" e olhe lá... Mas acho que a História desse país anacrônico ao sul do equador é mais ou menos parecida com esse livreco, ou seja: lembra uma narrativa simplinha de David Lynch...
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2.9.17

1.9.17

Sábado (dia 2 de setembro) às 16:30 tem LAMÉRICA em grande estilo


O evento musical "Lamérica" vai rolar na Casa-Museu Ema Klabin.
Será uma bela viagem pelo som da América Latina


Camilo Zorrilla . voz, bateria e percussões
Daniel Doctors . voz e contrabaixos
Emiliano Castro . voz, cinco brasileño e violão 7 cordas

Dia 02 de setembro . sábado a partir das 16:30hs
entrada franca
Casa-Museu Ema Klabin
Rua Portugal, 43 . Jardim Europa

24.8.17

Jorge Luis Borges "nasceu hoje". Viva Borges!!! Duas caricaturas para comemorar essa data querida

Do fundo do baú: caricaturas de Jorge Luis Borges. No dia 24 de agosto de 1899 nascia o "paradigma".

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22.8.17

Tania Malheiros vem com tudo em "Um brinde ao Samba"

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Tania Malheiros comemora 16 anos de carreira no show “Um brinde ao samba”

A cantora Tania Malheiros comemora 16 anos de carreira no show “Um brinde ao samba”, no dia 31/8, (quinta-feira da semana que vem), às 20h, no Bar Cariocando, Rua Silveira Martins, 139, Catete, interpretando clássicos de Xangô da Mangueira, Délcio Carvalho e Dona Ivone Lara, Wilson Moreira e Nei Lopes, Noca da Portela, Nelson Sargento, entre outros mestres, além de sambas autorais de seu Cd “A Moça no Espelho”.

Acompanham os músicos Kiko Chavez (violão), Miguelzinho  (cavaquinho) e Gabriel Buzunga (percussão)...
Filha do cavaquinista Múcio de Sá Malheiros, Tania começou a cantar na infância, por influência do pai e voltou aos palcos incentivada por amigos.
Formada em jornalismo, fez o primeiro show profissional em 2001, frequentou as rodas de samba da cidade, fez pós-graduação com pesquisa voltada para a história do samba, em 2006, e quatro anos depois lançou “Deixa eu me benzer”, o primeiro álbum. Os álbuns foram produzidos pelo genial maestro Gilson Peranzzetta. Tania celebra os 16 anos de carreira artística registrando mais de uma centena de shows com o apoio de grandes nomes que ela inclui em seu repertório. Vale à pena conferir.

Serviço: Dia: 31/08/2017 (quinta-feira) - Hora: 20h - Ingresso: R$ 25,00
LOCAL: Bar Cariocando – Rua Silveira Martins, 139 – Catete –Todos os cartões – 18 anos – Estacionamento ao lado - 2557 36 46.

Assessoria de Imprensa: Mônica Cotta -  (21) 99601-5849

20.8.17

Cartuns Históricos: Nero - Roma Antiga

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18.8.17

Cartuns Históricos: Barroco

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16.8.17

15.8.17

Nesta terça, completam-se 48 anos do primeiro dia do show do Woodstock.




O poder do som Woodstock, a utopia, 48 anos depois


Saca só o texto de Jorge Sanglard
(Jornalista e pesquisador. Escreve em jornais de Portugal e do Brasil)


A utopia libertária de Woodstock, 48 anos depois, permanece viva. E volta e meia é reativada pela celebração daqueles três dias de paz e muita música que entraram para a história do século XX. O poder do som e a força das imagens do maior festival de todos os tempos transcenderam as terras da fazenda de Max Yasgur, em White Lake, na cidade de Bethel, Condado de Sullivan, Nova York, e ganharam impulso com os lançamentos de discos e de um documentário. A cada reedição comemorativa, os ritmos e as imagens da Feira de Arte e Música de Woodstock ampliam a reflexão sobre a transformação de costumes desencadeada nos dias 15, 16 e 17 de agosto de 1969.
No livro “Back to the garden” – no Brasil, “Woodstock” –, lançado pela editora Agir nas comemorações de 40 anos do evento, o radialista norte-americano Pete Fornatale mergulhou nas impressões de mais de uma centena de personagens que estiveram lá, nos bastidores, no palco, na produção, na grama, na lama, e abriu um diversificado leque de opiniões sobre o evento que sacudiu a América. E deu voz a alguns analistas do fenômeno Woodstock.
Pete Fornatale assegura no livro que o festival, sem qualquer intenção prévia, se tornou um manifesto, um símbolo das mudanças que borbulharam na primeira metade e transbordaram durante a segunda metade dos anos 60 nos Estados Unidos. Ainda no livro, ele levanta a questão sobre tudo o que rolou durante as 65 horas de som no evento que redefiniu a cultura e os valores de toda uma geração e lançou sementes para além de seu tempo: “Woodstock foi, sem dúvida, o marco principal da grande revolução jovem da época, uma onda de transformação musical, política e social”. A empreitada idealizada por Michael Lang, Artie Kornfeld, John Roberts e Joel Rosenman nasceu de um encontro a partir de um anúncio de jornal e transformou a música e o comportamento do século XX.



A lenda e o mito de Woodstock se tornaram maiores do que a sua realidade


O músico Graham Nash sintetizou: “A lenda e o mito de Woodstock se tornaram maiores do que a sua realidade. Foi inegavelmente um tremendo evento social. Muita música de qualidade. Muita diversão para muita gente. Acho que, à medida que o tempo passou, a lenda, o mito de Woodstock, se tornou maior do que a realidade”. A antropóloga Margaret Mead viu tudo como um fenômeno sociológico e assegurou na revista Red, na época, que foi uma confirmação de que esta geração tem, e compreende que tem, sua própria identidade. E David Crosby, em seu livro “Stand and Be Counted”, deu uma pista: “não foi um evento político no sentido tradicional do termo, mas foi tão grande que teve um impacto político semelhante”.
Muitas controvérsias marcaram o festival. Talvez a maior delas é quanto ao número de gente que conseguiu reunir, 400 mil, 500 mil. Pouco importa, era um mar de gente. O certo é que às 17h07 da sexta-feira, 15 de agosto de 1969, uma onda humana como nenhuma outra nos anais da história, como descreve Pete Fornatale, ouvia os primeiros sons de Richie Havens, que fora escolhido na hora para abrir o festival num vôo solo ao violão. Quase três horas depois, já exausto, o músico continuava no palco, a pedido da produção, e não sabia mais o que cantar, já cantara tudo, quando veio a inspiração: “Olhei para a platéia e não conseguia ver o fim dela porque, como se vê no filme, é gente até onde se consegue enxergar. Então olhei para cima e disse ‘liberdade não é o que eles fazem a gente pensar que é, nós já a temos. Tudo que devemos fazer é exercê-la, e é isso que estamos fazendo bem aqui’. Então comecei a tocar umas notas procurando alguma coisa e a palavra saiu, ‘freedom’, e aí, claro ‘Motherless child’, que eu não cantava há uns seis, sete anos, surgiu. Depois apareceu uma parte de uma canção que eu costumava cantar quando tinha 15 anos e entrou no meio. Foi assim que juntei tudo”.
Fornatale esclarece que a performance de Richie cristalizou e iluminou a verdadeira razão subjacente para que aquele meio milhão de pessoas se reunisse ao toque de uma única palavra, repetida mil vezes e ecoada pela multidão: “Freedom, freedom, liberdade, liberdade”. A performance de Havens hipnotizou e seduziu a massa e o músico, segundo Fornatale, parece em transe, transformado, transportado: “ele ainda é a maior encarnação viva do ethos de Woodstock”.
Para o escritor e crítico Bob Santelli, Havens salvou o dia do festival. Mas ainda no primeiro dia nasceu uma inesperada estrela solo, Coutry Joe McDonald, uma inclusão tardia no elenco. O Fish estava escalado só para o domingo, Joe chegou cedo para curtir a abertura do festival, na sexta, e dava bobeira na lateral do palco, quando o apresentador e gerente de produção, John Morris, resolveu convocá-lo. E Joe soltou logo uma adaptação de um grito de guerra que usara antes e soletrou a palavra “fuck” no lugar de “fish”. Segundo o coordenador artístico, Bill Belmont, quando soou “Me dá um F!”, todo mundo sabia o que ia acontecer. O que veio depois está no filme, a multidão inteira gritando “fuck”, uma palavra proibida na América até então. “E, claro, não é só a palavra, mas o significado por trás dela”, esclarece Santelli: “todas as regras e leis tinham ficado do lado de fora dos portões”.


Woodstock foi sobre a criação de um novo mundo


Na opinião de Santelli, “quando se pensa em Woodstock e nas canções da Guerra do Vietnã, se pensa na apresentação de Joe. Foi lendária e importante. Ele se impôs. Foi uma das poucas vezes em que a política foi realmente convidada ao palco e realmente aceita. De modo geral, Woodstock não foi sobre política. Não foi sobre o que estava acontecendo no mundo, as coisas ruins. Foi sobre a criação de um novo mundo, uma nova identidade, uma nova nação, a Nação Woodstock. Não foi sobre tentar resolver a Guerra do Vietnã ou sobre se manifestar e mandar uma tremenda mensagem ao mundo careta e ao governo americano de que queríamos que a guerra parasse. Ainda assim, Joe, da única maneira que ele podia fazer, conseguiu adicionar um elemento político que foi aceito”.
A pobreza, a injustiça, o racismo e o belicismo estavam à solta na “terra da liberdade” e no “lar dos bravos”, assegura Fornatale; afinal, nenhum tema revelou mais o crescente abismo nos Estados Unidos do que o Vietnã: “ao mesmo tempo em que esta geração estava abraçando sexo, drogas e rock’n’roll, aprendia a suportar o choque e o trauma dos assassinatos, os distúrbios e a brutalidade policial. Eram essas as nuvens que pairavam sobre Woodstock, e nada tinham a ver com o tempo”.
A crítica de rock, Ellen Sander, aponta uma pista: “o ano anterior tinha sido muito tumultuado, com muita violência no país e muitos distúrbios. Havia um grande descontentamento no ar, e ele acabou achando um lar em Woodstock. Acho que os assassinatos de Martin Luther King e Robert Kennedy e os distúrbios na Convenção Nacional Democrata criaram o clima e as condições para algo assim. Nós, boomers, crescemos em circunstâncias únicas e fomos atingidos por um monte de coisas que não atingiram as gerações anteriores. A Guerra do Vietnã, todos achávamos ser um conflito injusto e não declarado. Houve muitos protestos contra a guerra. Não creio que alguém jamais saberá a resposta do mistério de Woodstock não ter degringolado em caos e violência – porque todos os elementos estavam a postos – mas, em vez disso, foi muito pacífico. Na época, a gente sentiu que era uma espécie de destino, que seria um caminho para o futuro – de cooperação pacífica, espírito de comunidade, tribalismo, essas coisas. Não saiu bem do jeito que a gente esperava (risos), mas pelo menos existiu naquele fim de semana”.
O diretor Michael Wadleigh aponta Sly Stone como o músico que conquistou a maior reação da platéia no festival. “Quando Sly disse, ‘I wanna take you higher’ (Quero te levar mais alto), a multidão ficou frenética, quando falou, ‘Dance to the music’ (Dance para a música), não havia como deixar de dançar. A música era mais do que poderosa. Sly & the Family Stone capturaram a essência do festival”. E Fornatale conseguiu de Roger Daltrey, do The Who, uma emocionada lembrança: “O sol nascendo em ‘See me, Feel Me’ é a melhor. Quer dizer, foi uma experiência incrível. Assim que as palavras ‘see me’ saíram da minha boca no final de ‘Tommy’, aquele enorme e vermelho sol de agosto começou a surgir no horizonte sobre a multidão. É um show de luz imbatível”. Daltrey ainda esclareceu: “o sucesso e a importância de Woodstock é que foi um triunfo humanista. A platéia foi a estrela”. E Pete Townshend também arrematou: “O que aconteceu depois do show de Woodstock foi milagroso. Todo mundo foi em frente e a América é um país melhor por conta disso”.
Por sua vez, o músico e editor Stan Schnier argumentou: “nada naquele filme se aproxima da energia de Carlos Santana. Foi uma espécie de experiência fora do corpo ver esses caras. Eles eram muito jovens e incendiários. É uma dessas convergências maravilhosas, existia alguma coisa sobre Carlos Santana na época que parecia de outro planeta”. Joe Cocker também ganhou notoriedade depois “do rolo compressor da pièce de résistance que fechava sua performance, uma recriação única de ‘With a Little Help from My Friends’, a canção de John Lennon e Paul McCartney”. Para Michael Wadleigh, “Cocker faz tudo, está dentro daquilo. Ele é um bom exemplo de porque a música dos anos 60 e a década de 60 duraram e presumivelmente vão durar para sempre. São performances e músicas verdadeiramente emotivas, comoventes e fundamentais”.





A Nação Woodstock, enfim, dava seu grito libertador



O encerramento do festival, já na manhã da segunda-feira, 18 de agosto, foi apoteótico, apesar do público reduzido que ficou para ouvir Jimi Hendrix e o grupo experimental Electric Sky Church. Depois de tocar por cerca de duas horas, Hendrix deu o golpe final e tocou a Guerra do Vietnã nas cordas da sua guitarra branca, com direito a toque de recolher, estouro de bombas, metralhadoras disparando e o barulho de helicópteros no céu. Sua interpretação visceral do hino norte-americano “Star-Spangled Banner” simbolizou toda a essência de Woodstock. A Nação Woodstock, enfim, dava seu grito libertador. Daí em diante, é história.
No Brasil, pai e filho avaliam o fenômeno. O psicanalista Jacob Pinheiro Goldberg e o analista da arte anarquista Leonardo Goldberg refletem sobre o festival. Para Jacob, “no imaginário e no simbólico, Woodstock foi a resposta do inconsciente coletivo da humanidade à repressão que culminou com o nazi-fascismo e as ondas conservadoras em todo o mundo (inclusive da esquerda stalinista). Foi o dia em que o superego dançou. A liberação do Id abriu os territórios do prazer, rompendo com os tabus e inaugurando a liberdade enquanto esperança. Embora, posteriormente, cooptado e desfigurado – pelo capitalismo e pela droga – historicamente, o indivíduo num instante épico e dramatizado levou a imaginação ao teatro existencial”. E, segundo Leonardo, "sob um viés piagetiano, se a espécie humana pudesse ser concebida como um único indivíduo, o festival de Woodstock seria sua fase rebelde, a adolescência, o divisor de águas que marcaria a concepção de liberdade num caráter macro”.



Lembranças sonoras


Para marcar as quatro décadas do evento, em 2009, foi lançado, numa edição em 4 DVDs pela Warner, "Woodstock - 3 Days of Peace & Music", resgatando o histórico documentário "Woodstock - Onde Tudo Começou", de Michael Wadleigh, uma autêntica síntese visual e sonora do maior ícone do movimento hippie. Uma série de CDs ainda jogou mais lenha na fogueira, despertando o interesse na música que abriu alas para eternizar Jimi Hendrix, Santana, Joe Cocker, Richie Havens, Joan Baez, Janis Joplin, Sly & The Family Stone, Country Joe And The Fish e muitos mais.
A Rhino Records - Warner lançou também em 2009 uma caixa de 6 CDs “Woodstock - 40 Years On: Back to Yasgur’s Farm”, com 77 músicas, sendo que 38 estavam inéditas em disco até então. As trilhas sonoras “Music From the Original Soundtrack and More: Woodstock” e “Woodstock 2” também foram remasterizadas e relançadas. E a Legacy / Sony Music articulou a coleção de 5 CDs duplos “Woodstock Experience”, reunindo álbuns originais de 1969 de Janis Joplin, Johnny Winter, Santana, Jefferson Airplane e Sly & the Family Stone e as performances completas de cada um no festival. E, nos Estados Unidos, o Bethel Woods Center for the Arts e o Museum at Bethel Woods ocupam parte da fazenda de Max Yasgur, reúnem a memória do festival e trabalham para que a “volta ao jardim” continue viva.

14.8.17

Cartuns Pré-Históricos: TV na idade da pedra lascada

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11.8.17

Cartuns Pré-Históricos: Roda

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10.8.17

9.8.17

Cartum Pré-Histórico - o Alfabeto

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8.8.17

Cartum Quixote

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7.8.17

Caricatura de Caetano Veloso - 75 anos hoje

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Do fundo do baú (revisitado): caricatura de Caetano Veloso - 75 anos hoje. Alegria, alegria!

5.8.17

Luiz Melodia imortal

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4.8.17

D. Pedro I e o "Dia do Fico"

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2.8.17

Cartuns de História Mundial (Antiga, Medieval, Moderna)

A partir de hoje vou publicar uma série de cartuns que têm como tema a História da Humanidade (ou des-Humanidade)
Claro que vou repetir alguns que já publiquei aqui nesse bloguinho. Espero criar mais alguns no meio do caminho.
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26.7.17

Caricatura do aniversariante do dia: Mick Jagger

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Do fundo do baú: reza a lenda que ele faz aniversário hoje, nasceu no dia 26 de julho de 1943. Mick Jagger é o cara!
Não sei porque cargas d'água me veio à mente a época em que trabalhei como contínuo na Folha de S. Paulo.
Fazia de tudo no Depto. de Promoções do jornal: depositava dinheiro dos funcionários graduados no banco, comprava o cigarro "Caporal Amarelinho" pro chefe francês (acostumado com os estoura-peito Gauloises e Gitanes), distribuia a correspondência, preenchia com letras góticas os diplomas que a Folha distribuia para gente que participava dos concursos, cursos, exposições e shows que por lá rolavam. Cheguei a colar cartazes de um concurso de piano naquela velha rodoviária de paredes cobertas de pastilhas (como a velha redação do jornal) e em boa parte das lojas da rua Augusta. Uma vez tive que segurar na força do meu braço de moleque magrelo, uma pesada harpa peruana a bordo daquelas pick-ups que distribuíam o jornal. Lá estava eu, a desfilar em carro aberto, ridiculamente agarrado àquele monstro sublime rodando pelas ruas da metrópole da garoa. Foi nesse tempo que participei ativamente do "movimento tropicalista" ao carregar todo pimpão, uma guitarra de um dos componentes dos Mutantes, que fizeram um show que não assisti, porque estudava de noite num curso técnico de química industrial.
Naquela época, anos 60, a FSP fazia exposições no saguão e Jam Sessions em seu auditório (num certo dia pintou no Depto.o grande jazz man Booker Pittman (eu não acreditei que estava diante de uma lenda do jazz) e sua filha, então saindo da adolescência Eliana que viria a se tornar uma excepcional cantora).
Não sei por que entrei nesse lero, lero...Ah, agora lembrei: foi por causa de uma exposição internacional de desenhos infantis que aconteceu no saguão do jornal - ali ajudei a fixar um desenho (com paspatur ou passe-partout feito por mim) de um garoto inglês que procurou caricaturar o então jovem Mick Jagger. Fiquei encantado com o traço do menino, aquela arte que brota da inocência da infância, sem regras, nem nada, que permite acontecer coisas inesperadas. (Picasso dizia que queria terminar seus dias pintando como um infante). Acho que o moleque conseguiu ganhar um diploma, imagino, muito mal grafado por aquele rapaz latinoamericano, sem dinheiro no bolso que amava os Beatles mas que se identificava mais com os Rolling Stones (porque achava que eram pobres - não sabia de nada, inocente). Usava aquelas penas "Speedball" especiais para caligrafia e vivia com as camisas manchadas de nanquim Tallenz. E de noite usava um jaleco todo furado de ácido sulfúrico mal manuseado no laboratório. He he. Viva o Mick Jagger!!!

23.7.17

Ilustração - retrato de Lima Barreto

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Antes de existir o baú: Ilustração que fiz para artigo sobre Lima Barreto, publicado na Revista "Escrita"( editada por Waldyr Nader, em meados dos anos 70 do século passado).
Enfim o Brasil, neste ano da graça de 2017, resolveu homenagear o grande Lima Barreto. E com toda pompa e circunstância, numa festa literária internacional ( a FLIP).
Para entender melhor a grandeza desse autor, recomendo a leitura de "Literatura como Missão: tensões sociais e criação cultural na Primeira República" de Nicolau Sevcenko. Estou ansioso para ler as duas biografias que estão na praça: a primeira dos anos 50, de Francisco de Assis Barbosa (A Vida de Lima Barreto) e a mais recente , escrita por Lilia Moritz Schwarcz - cujo título é "Lima Barreto - Triste visionário".
Técnica: Bico de pena e caneta hidrográfica com borrifos de nanquim feitos com escova de dentes para imitar aerógrafo.

21.7.17

Emiliano Castro traz seu "violão de fronteira" para o Rio de Janeiro. Imperdível!

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Meu querido amigo, o grande músico Emiliano Castro vem com tudo e traz seu "Violão de Fronteira" para mostrar no Rio de Janeiro.
O evento vai rolar no Bar Semente, na Lapa, nesse sábado, dia 22 de Julho, a partir das 22 horas.
Emiliano vai apresentar: Flamenco, Choro, Música Latino-americana e Canção Brasileira.
É preciso dizer que esse músico faz com seu 7 cordas um misto entre o violão brasileiro, o violão latino-americano, a guitarra flamenca e os tambores negros para emoldurar suas composições vividas de corpo e alma nestas culturas.
Diz ele : "A viola caipira aparece como consequência destes passeios e a voz cantada… aparece porque não precisa mesmo ser convidada".
Todo mundo lá!

14.7.17

Caricatura de Walter Benjamin

Do fundo do baú: No dia 15 de julho de 1892 nascia Walter Benjamin.
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13.7.17

Tania Malheiros lança seu primeiro CD autoral: "A moça no Espelho"

(A cantora e o maestro Gilson Peranzzetta)

Foi no ano passado, por ocasião da Festa Literária de Madalena , a famosa FLIM, que eu vi e ouvi com esses olhos e ouvidos que a terra há de comer uma praça dançando.
Deixe eu me explicar melhor: vi o povo da praça caindo no samba levado pela voz maravilhosa de Tania Malheiros. Fiquei encantado naquela noite, como acredito boa parte daquele recanto da serra.
Ela que além de cantora é compositora está lançando seu primeiro CD autoral. Tem por título "A Moça no Espelho".

Aqui vão as informações colhidas no material de divulgação de Tânia:

A Moça no Espelho”, primeiro CD autoral da cantora Tania Malheiros, com arranjos primorosos do maestro e pianista Gilson Peranzzetta, já está disponível em várias rádios e plataformas digitais, como Spotify, Apple Music, Deezer, Amazon Music. A distribuição é do selo Cedro Rosa Digital, com a qual a cantora acaba de assinar contrato.

Democratizamos o acesso, de forma ágil, para que todos possam curtir esse trabalho, fruto de muita paixão pela música”, comenta a cantora.



A MOÇA NO ESPELHO


A Moça no Espelho” foi produzido pelo maestro e pianista Gilson Peranzzetta, responsável pelos 14 arranjos do álbum, que também compôs e canta uma música com Tania Malheiros. “A Moça no Espelho”, que dá título ao álbum é parceria de Tania com a compositora e cantora Gisa Nogueira, irmã do saudoso João Nogueira.


O CD conta com duas participações especiais: o mestre dos sopros Mauro Senise enriquece o trabalho com sax e flauta em várias faixas. Já Tantinho interpreta “Sentença”, com Tania, em homenagem a Xangô da Mangueira, um dos incentivadores da cantora no início de sua carreira profissional, há 16 anos.


No álbum, Tania apresenta sambas de várias cadências como “Urgência”, com Lindóia Heringer e Luiz Carlos de Souza; “Um qualquer”, com Pecê Ribeiro; “Joguei na Balança”, com Renato Fialho; e “Fogo de Palha”, com Beto Fininho, além de “Me acovardei”, com Peranzzetta.


As faixas “Legado”, “Sinais de Alerta”, “Não Vim aqui pra chorar”, “Comendo Chocolate”, “Magia do Amor”, “Terra Fértil”, “Vovó Marieta”, além de “Sentença”, têm letra e música da cantora. Em “Não vim aqui pra chorar”, Tania faz uma homenagem a grandes ícones do samba, como Donga, Vó Maria, Nelson Sargento, Wilson Moreira, Delcio Carvalho, Noca, entre outros. “Vovó Marieta”, a faixa que encerra o CD, é uma saudação de Tania a sua avó paterna.


Peranzzetta dá o toque especial ao trabalho com o seu piano, além do acordeom e dos arranjos primorosos. O pesquisador, jornalista e crítico de música Ricardo Cravo Albin, faz a apresentação do álbum.


Assessoria e contatos: (21) 99601-5849

Maiores informações no site de Tania:

www.taniamalheiros.com.br

7.7.17

Sábado, dia 8 julho, tem Stefan Zweig no Paço Imperial

Nesse Sábado, dia 8, vai rolar uma palestra sobre a conferência A Unidade Espiritual do Mundo, de Stefan Zweig, no espaço da Arlequim ( que fica no Paço Imperial), na Praça XV, nº 48, Loja 1 (Centro do Rio de Janeiro).
O bate-papo sobre essa obra e outras do escritor austríaco, contará com a presença da jornalista e tradutora Kristina Michahelles e do editor e hitoriador Israel Beloch (diretores da Casa Stefan Zweig).
Na oportunidade será exibido o filme "Stefan Zweig" ( da Série de documentários "Canto dos Exilados"), apresentado por Alberto Dines, (biógrafo e presidente da Casa Stefan Zweig).
Todos lá!


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6.7.17

Mais um cartum sensacional de João Zero


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5.7.17

Oficina Musical em São Paulo

A partir de sábado, 8 de julho vai rolar uma Oficina Mensal d'O Passo em São Paulo.
4 horas de duração com os professores do Instituto d'O Passo em São Paulo, Emiliano Castro e Daniel Reginato.
(Clique na imagem para ampliar e visualizar o mapa do curso).
Mais informações nos seguintes e-mails: emiliano@opasso.com.br

daniel@opasso.com.br


3.7.17

João Saldanha - 100 anos hoje

Do fundo da estante: cometi algumas ilustrações de capas de CD e livros. Esta foi feita para um livro de João Saldanha (que hoje faria 100 anos), que originalmente tinha por título "Subterrâneos do Futebol". Foi publicado pela Editora Revan, no ano de 1996. O desenho foi construído com lápis de cor e pastel seco.
O editor procurou, numa nota introdutória, explicar a mudança do título, pois segundo ele, o nome "Subterrâneos do Futebol" tinha sido uma brincadeira do João com seu companheiro de partido, Jorge Amado - pois, o mestre baiano tinha lançado antes uma grande obra (uma trilogia) cujo título era "Os Subterrâneos da Liberdade". Com o passar de mais de trinta anos, tal brincadeira, de acordo com o editor, tinha perdido o sentido - "se perdeu no tempo"- e além disso, longe da escuridão que o subterrâneo carrega, as histórias narradas no livro, na sua maioria, eram "alegres e engraçadas". De qualquer modo, me senti muito honrado por ter feito a ilustração de um livro de João sem medo.
João Saldanha era um grande cara mesmo - um dia, vendo minha figura de corpo de passeio tragar um Hollywood filtro no corredor da redação (sim naquele tempo fumava-se na redação abertamente), ele me chamou de lado e me explicou os males do fumo, citou o exemplo de que não tinha um pulmão por causa daquilo etc e tal...Perdeu seu precioso tempo com um jovem desenhista que, quem diria, tempos mais tarde iria fazer a capa de um livro dele. Salve João Sem Medo!
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27.6.17

Cartaz de mostra de filmes de David Bowie na Caixa Cultural /Rio

A partir do dia 11/07 (até o dia 30 de Julho) vai rolar na Caixa Cultural/RJ uma mostra sensacional de filmes com David Bowie. São aguardadas pérolas e debates incríveis.
O desenho do poster da mostra é da designer Julia Liberati.
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Caricatura de Machado de Assis

Do fundo do baú: fuçando a minha estranha e bagunçada arca de desenhos achei essa carica do Machado de Assis.
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22.6.17

Mais um cartum sensacional de João Zero, na linha de "The Walking Dead"

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21.6.17

Retrato de Machado de Assis

Do fundo do baú: O Google avisou hoje é dia do 178º Aniversário de Machado de Assis. Viva o bruxo do Cosme Velho! Taí o retrato dele na técnica de bico de pena.
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